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Amanda Burden

Amanda Burden was the city planner during bloomberg administration in New York and she has very good ideas about the relationship between people and public spaces. In her opinion the people needs to love those place even though don’t using them or being there necessarily, there is no reason to have a large square surrounded by big skyscrapers if we can’t find walkers there.
The desire to make the difference in these kind of actions or interventions began young yet following the efforts of her stepfather to create a small square in the middle of Manhattan , the square is still there, she use to seat in some place closer to pay attention in the habits of the users and what was interesting in her opinion is the fact that the the users moved the small and portable tables for one place to another according their wishes and other people used to seat together as well seemed that no one wanted to stay alone.
Since there she has made a lot of important revolutions in the city managing important and world famous projects like the High line and Brooklyn waterfront . Using the High Line as example, an ancient and decrepit railroad station that once was almost demolished and now is visited by four million tourists an year, she explain that as such as to build a public space is a hard skill to keep it for the population avoiding private interests is thougher. In the case of the High Line people was interested to build shops there saying that this change would be nice for the city because would bring people , money , taxes , but she said that the city needed a park not a mall.
It was interesting as well to listen her telling the story of how they are transforming the urban zone of the city priorizing subway instead cars , in ten years of changes in 40% of the all area one person that use the subway don’t spend more than ten minutes to reach any place.
For the Brazilian people the Interesting thing of all of this is that she was leading part of the transformation during a conservative mandate of one of the richest man of the world. Only a person like her to solve the W3 Avenue her in Brasilia .
P.S the interested in her spoke can download the app TED free in apple store or similar.

Mal planejamento

Se você é engenheiro então esta manchete publicada no Estadão de 14 de abril te interessa , Atraso de usinas deixa País sem energia suficiente para abastecer 8 milhões, em linhas gerais se os prazos assumidos pelos responsáveis pela construção de termelétricas, hidroelétricas e plantas eólicas fossem cumpridos não estaríamos passando por este estresse energético.
Nada ,nada o parágrafo a seguir fala muito sobre o estágio da arte de planejar em nosso setor, “As constantes revisões nos cronogramas mês a mês revelam falhas no planejamento e fiscalização das usinas. Segundo o executivo de uma consultoria que prefere não se identificar, se uma unidade está prevista para entrar em operação no mês seguinte ou dois meses à frente é porque praticamente tudo está pronto. O adiamento de nove meses, por exemplo, indica que o planejamento não tem uma visão real da situação ou as datas são muito otimistas”.
E não tem como discordar do Engenheiro Luiz Pingueli Rosa quando afirma que após ser feito o leilão a responsabilidade pelo cumprimento do projeto cabe à empresa. Por mais que seja duro isto vale para qualquer modalidade de concorrência; conhecer bem o projeto , consequentemente o planejamento faz parte da tarefa da equipe técnica responsável.
Ajuda no cumprimento daquilo que foi planejado a opção por sistemas construtivos avançados e tal fato pode ser apontado como determinante no cumprimento do prazo de entrega do primeiro terminal de aeroporto em construção definitiva entregue para a copa conforme anuncia matéria publicada no Valor de 14 de abril. Trata-se do terminal sul do aeroporto JK de Brasília que será inaugurado na próxima quarta -feira dia 16 de abril e muito mais do que se tratar de obra erguida em local distante de interferências dos milhares de passageiros que por lá passam , pesou o fato de toda a ampliação ter sido executada em estrutura metálica e painéis de vidro no fechamento. A utilização de sistemas préfabricados minimiza erros significativos em planejamento e aguenta desaforos do tipo alvenaria em bloco cerâmico , sistema construtivo também utilizado no referido terminal.

Pouca luz na Inovação – parte I

Quem ainda não comprou corre na banca que talvez dê tempo, hoje , domingo 13 de abril, o Estadão publica caderno especial entitulado” Tendências imobiliárias – À Luz da Inovação ” e numa visada superficial percebe-se que as matérias são obras de boa pesquisa por parte dos Jornalistas,portanto nada de matéria paga.
Logo de cara as quatro inovações tecnológicas de maior interesse citadas por compradores no momento da aquisição do imóvel. De acordo com a pesquisa ,encomendada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção ( CBIC) junto ao Instituto Sensus , as preferências são “Economia”, na opinião de 30,2%, vem em primeiro lugar, seguida por “segurança” (16,3%), “conforto” (4,9%) e “é ecológico” (4,1%) entre os itens lembrados de forma espontânea. Na pesquisa induzida o cenário não muda , “Para 21,4%, a racionalização de energia é a inovação “mais importante” que os entrevistados esperam ver em casa. Alarme elétrico (12,7%), racionalização de água (12,1%), teto solar para geração de energia (8,5%) e monitoramento por câmera (7,5%) completam os cinco itens mais citados.”
Não sei em qual período foi feita a pesquisa , mas se “economia” já era a maior preocupação imagina agora em meio a tamanha crise por que passa o setor de energia e fornecimento de água no país?! Portanto é bom que o setor se debruce com mais afinco sobre o tema que a bem da verdade já vem sendo debatido a cerca de uma década no bojo da disseminação de selos verdes para edificações .

Encontrado pois o mote, a matéria evolui tratando justamente de prédios com certificação verde no Brasil , 829 LEED no ano passado, lajes corporativas em sua imensa maioria , segmento em que a ideia ” já pegou ” por razões que transcendem “consciência sustentável ” , afinal os principais clientes fazem questão de ligar suas marcas a preceitos de sustentabilidade e além do mais estes projetos contam com linha especial de financiamento .
O desafio, segundo os especialistas ouvidos, é fazer com que os prédios residenciais também se tornem verdes, mas aí a “porca torce o rabo” , seja pelos custos mais elevados (e aí a própria matéria deixa claro o que há de chutômetro sobre o tema , com alguns informando acréscimos na faixa de 2% a 5%, outros de até de 8,6% e por fim os que afirmam que os gastos sejam superiores a 17%), seja pelo desconhecimento do assunto tanto por parte de quem constroi quanto de quem compra. Perdoa-se que quem compre desconheça do assunto, mas se queremos que a ideia de prédios mais econômicos e sustentáveis “se sustente ” não se pode perdoar a ignorância do construtor.
Se, conforme a matéria , “Para impulsionar os projetos verdes, é preciso que o mercado queira esse tipo de edificações, que as pessoas queiram comprar e morar nelas, diz Manuel Martins, coordenador executivo da certificação Aqua-Hqe.” então teremos de andar muito ainda ,pois esta conversa de pagar ….vá lá 5% a mais num apartamento para economizar 10% em condomínio , números fornecidos pelos especialistas na matéria , não irá sensibilizar ninguém , basta saber um tanto de matemática básica e ver que a conta não fecha, mais negócio ainda para o proprietário é brigar com a família para acelerar no banho.
O que o setor precisa é se conscientizar que terá de entregar um imóvel melhor, mais econômico , mais sustentável , de maior desempenho e a preço justo , independente da cor do prédio.

Amaciante Concentrado para Roupas Escuras Delicadas

A vida de quem frequenta o supermercado tem sido dura e não me refiro ao aumento constante no preço dos produtos , mas à diversidade existente para escolha o que tem tornado a tarefa aparentemente simples de aquisição do sabão em pó utilizado para lavar as roupas da família numa tarefa espinhosa e mais uma vez não me refiro ao óbvio da escolha entre as diversas marcas.
Para quem está “atualizado” com o dia a dia das gôndolas sabe que não basta mais , ao menos para os que podem pagar, levar para casa apenas a dupla sabão em pó e amaciante, pois agora há também o sabão líquido concentrado, o amaciante concentrado, e dentro do conjunto há ainda subconjuntos do tipo amaciante concentrado para roupas escuras delicadas…um inferno.
A construção civil já trilha este caminho e não é de hoje, os mais antigos se lembram do catálogo de cores dos fabricantes, hoje algo completamente defasado , em seu lugar o mostruário eletrônico com milhares de opções não apenas de cores , mas de sensações, texturas, sabores….e por aí vai. Não acredito que arquiteto algum no mundo tenha paciência para visualizar tudo o que se mostra ali , mas independente da utilidade da ferramenta o fato é que o produto tinta em si subiu bastante de preço, assim como o condicionador, melhor dizendo , o amaciante, mas por falar em condicionador lembram do tempo em que as opções para tipos de shampoo se resumiam a liso, seco, normal?
Todo o tipo de indústria seguiu este caminho , o de diversificar para confundir ou encarecer, sei que o pensamento parece radical e generalista mas seria bom para os consumidores finais, de supermercado, farmácia ou obra ficarem atentos.
Tratei no post “Tão difícil quanto era fácil especificar um Silentoque “da singeleza e do desempenho diferenciado de um interruptor que instalamos há quase trinta anos e ainda hoje resiste às intempéries e funciona com perfeição. O fabricante mudou a linha por completo e para certos modelos desafio profissionais formados em arquitetura e engenharia a preparar um pedido de compras de tomadas e interruptores “absolutamente certo! ” , todavia este nem é o ponto central do desafio, a questão maior é saber se terão a vida útil do “miserável” a qual me referi no início do parágrafo.
Aproveitemos pois a chegada da NBR 15575 , Norma de Desempenho, para entender também a lógica por detrás de um aparente ganho em variedades e tipologias em detrimento de uma queda visível no padrão de desempenho.

O Cimento é o grande protagonista

Desde o final de semana dos dias 05/06 de abril a mídia não para de anunciar a fusão dos dois maiores grupos cimenteiros do mundo, a Suíça Holcim e a Francesa Lafarge, para que se tenha uma ideia duas juntas possuem faturamento anual superior a U$ 32 bilhões de dólares.
De acordo com matéria publicada no Wall Street Journal pelo jornalista Tom Gara e replicada pelo Valor do dia 07 de abril o mundo deve ficar atento à fusão por duas razões;
A primeira tem a ver com o fato de até a metade deste século a população urbana atingirá a marca de 6,5 bilhões de pessoas, idêntica ao que o planeta possuía em 2002,este povo precisará de moradias e o principal insumo na construção das mesmas é o cimento. Mais relevante ainda é saber que o grosso deste mercado é o mundo emergente de onde já vem mais da metade da receita das duas empresas em conjunto.
A segunda tem a ver com o fato do concreto ser em volume a commodity mais consumida do mundo, apenas perdendo para a água e considerando que um “Prato Feito” de concreto é composto de 300 kilos de cimento, 150 toneladas de água e duas toneladas de agregados(brita e areia), a fome literalmente junta com a vontade de comer.
Tudo isto posto o repórter avalia o quão delicada é a questão da fusão já que ao frigir dos ovos eventuais impactos na oscilação de preços destes insumos refletem e refletirão diretamente sobre os preços das tais moradias necessárias para abrigo dos bilhões que passarão a morar debaixo de um teto mais seguro. No Brasil um dos principais índices inflacionários, O Índice de Preço ao Consumidor ( IPCA) tem a construção civil como um dos tripés formadores.
Não tem como trazer esta questão aqui para o nosso país agora em que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) está na iminência de condenar várias empresas a pagar multa bilionária( superior a R$ 3 bilhões de reais) e desfazerem-se de ativos que correspondem a cerca de 25% do total do segmento. A propósito, o texto do jornalista cita que “Do Brasil e Colômbia até o Egito, os reguladores têm sido rígidos quanto a alegações de manipulação de preços no mercado de cimento. Em 2012 o órgão de defesa da concorrência da Índia aplicou a maior multa da história (US$ 1,1 bilhão) a 11 empresas de cimento.”
Segundo o Estadão que tomou como base os números fornecidos pelo Sindicato Nacional da Industria do Cimento (SNIC) relativos ao ano de 2011, a Lafarge é o quinto maior produtor e a Holcim a sexta, perdem ,na ordem, para Votorantim, João Santos, Intercement e Cimpor. Todas estas quatro são empresas nacionais e constam da lista de condenadas iminentes pelo Cade juntamente com a Holcim, a Lafarge , numa ação que hoje se reconhece ter sido de mestre, fez à época do início do processo um acordo em que aceitou pagar R$ 46 milhões de reais em multa para se livrar da condenação final. Se a ideia do órgão é fazer com que as condenadas abram mão de parte dos ativos então a Lafarge “desaparece” com a holcim do Brasil incorporando a totalidade da empresa restando para as quatro grandes a retórica de que a condenação do Cade beneficia o capital estrangeiro em detrimento das indústrias nacionais…simples assim

Estresse

Na reportagem do suplemento de final de semana do Valor e que tem como tema o Rio de Janeiro a mostra de que a cidade sentiu o golpe” Acabou o amor….A cidade Maravilhosa exibe claros sinais de cansaço diante do desafio de abrigar, em um intervalo de apenas dois anos , os eventos esportivos de maior visibilidade do mundo: a Copa e a Olimpíada. Além das dificuldades naturais de uma metrópole como o Rio , o Carioca ainda terá ….uma agenda extensa de obras em andamento” . E quanto à paridade custo benefício ” Ele mesmo( o prefeito Eduardo Paes) admite que está sendo odiado pela população e trabalha com a expectativa de que quando as intervenções urbanas terminarem , terá sua reputação recuperada” .
Em que pese o rápido crescimento dos grandes centros urbanos e o processo de conurbação ter se ampliado significativamente nos últimos anos em regra nunca se deixou de fazer intervenções em infraestrutura urbana nas principais cidades brasileiras, acontece que uma mistura de se atender a uma agenda moderna envolvendo mobilidade, justificativa em atender as demandas pretensamente causada pelos grandes eventos , perspectivas de ganho político complicaram o que deveria ter vindo apenas para o bem.
Na premência em se atender a agenda política relegou-se a técnica para papel coadjuvante e o resultado são projetos que não atendem cronograma e planejamento , opções por sistemas construtivos inadequados , obras demais num prazo curto demais, os impactos sobre o cidadão são enormes, para piorar questões básicas como sinalização e segurança , amparo a quem tem que transitar em meio ao caos não existe.
Devemos aproveitar o momento em que grandes obras de infraestrutura relacionadas a mobilidade urbana é tema quase diário da mídia para melhor pensá-las,
Algumas questões devem ser respondidas objetivamente pelos responsáveis por tais obras: O projeto atenderá a população por um longo prazo? É a melhor solução técnica ? E neste aspecto quanto menor o período de obras e quanto menor o impacto ao cidadão durante a obra melhor para a população. Há verba disponível para todo o período de desembolso? O Estado terá como disponibilizar fiscalização e apoio à população? Há empresas o suficiente para arcarem com o desafio de tantas obras , se não há , como fazer para que se abra o leque para demais participantes( a mesma crise de mão de obra produtiva e gerencial que assolou o mercado como um todo obviamente assolou as mega construtoras)
Participo ( como cidadão afetado) de uma que já dura quatro anos e agora que está se encaminha para o término e ainda nem tenho ideia de seu desenho final pago para ver se os ganhos que dela advirão serão proporcionais ao impacto desgraçadamente exagerado que nos causou a centenas de milhares de cidadãos. Parece que a mesma intervenção será feita num outro canto da cidade, a seguir-se o Modus operandi do que presenciei recomendo a quem mora por lá que se mude.

Tão difícil quanto era fácil especificar um Silentoque

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Não dê atenção ao estado de conservação do interruptor mostrado na foto , nada que uma boa ariada com bombril e detergente não resolva. Saiba que ele está instalado aí a quase 30 anos , a parede em questão é externa e embora esteja locada numa parte coberta fica sujeita a todo tipo de intempéries, mesmo assim o interruptor funciona perfeitamente e ainda se escuta o plack plack de qualquer uma das 06 teclas sempre que são acionadas .
A linha em questão é a clássica Silentoque , de uma época em que era simples especificar , não havia tantas variedades e a chance de não se decepcionar com a escolha eram reais( a regra valia para uma vasta gama de insumos também!)
No Seminário Sobre Especificações Técnicas Conforme a NBR 15575 realizado em Brasília no último dia 02 de abril a certeza de que para atingir a tranqüilidade de anos atrás exige-se muito mais capacitação e preparo dos responsáveis pelo pedido e que mesmo com tais características postas em prática não se pode garantir com 100% de certeza ,que por exemplo o Silentoque de hoje durará o mesmo tempo que o de anos atrás.
Simples assim , precisamos agora mobilizar todo o setor para obtermos resultados apenas similares aos de antigamente.

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